A Última Sessão de Freud com Odilon Wagner e Marcello Airoldi
40% de descontoUm dos grandes sucessos do teatro brasileiro desde 2022, a versão dirigida por Elias Andreato para A Última Sessão de Freud, do premiado autor estadunidense Mark St. Germain, já cumpriu mais de 420 apresentações e nunca parou de renovar temporadas desde sua estreia há 4 anos. Uma trajetória construída, desde o início, com o patrocínio da Laranjinha Itaú. A peça ganha uma nova temporada em Florianópolis no Teatro Ademir Rosa nos dias 07 e 08 de novembro de 2026, sábado às 20h00 e domingo às 17h00.
Sobre o enredo
A trama apresenta um encontro fictício entre Sigmund Freud (Odilon Wagner – o pai da psicanálise, e o escritor, poeta e crítico literário C.S.Lewis (Marcello Airoldi), dois intelectuais que influenciaram o pensamento científico filosófico da sociedade do século 20.
Durante esse diálogo, Sigmund Freud, crítico implacável da crença religiosa, e C.S. Lewis, renomado professor de Oxford, crítico literário, ex-ateu e influente defensor da fé baseada na razão, debatem, de forma apaixonada, o dilema entre ateísmo e crença em Deus. O texto de Mark St. Germain é baseado no livro Deus em Questão, escrito pelo Dr. Armand M.Nicholi Jr. – professor clínico de psiquiatria da Harvard Medical School. Freud quer entender por que um ex-ateu, um brilhante intelectual como C.S. Lewis, pode, segundo suas palavras, “abandonar a verdade por uma mentira insidiosa” – tornando-se um cristão convicto.
No gabinete de Freud, na Inglaterra, eles conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo, morte e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.
“Essa peça é um elogio ao diálogo, tão necessário em nossos tempos. Saio do teatro todos os dias mais convicto que podemos e devemos conviver pacificamente com aqueles que pensam diferente de nós”, completa Odilon Wagner.