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Camerata Florianópolis – Concerto Sinfônico

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Concerto com obras de Beethoven, Mendelssohn e Mozart no CIC na próxima semana

A Camerata Florianópolis está preparando uma noite dedicada a três nomes fundamentais da história da música de concerto. No dia 14 de novembro, às 20h, o Teatro Ademir Rosa (CIC) recebe o Concerto Sinfônico, com obras de Ludwig van Beethoven, Felix Mendelssohn e Wolfgang Amadeus Mozart. Sob regência do maestro Jeferson Della Rocca, a apresentação integra a temporada 2026 da orquestra. Os ingressos estão à venda no site da Blueticket.

O repertório propõe um encontro entre a força dramática de Beethoven, as paisagens sonoras de Mendelssohn e a arquitetura musical de Mozart, com três composições que revelam diferentes possibilidades da escrita orquestral.

Beethoven e a criação de Prometheus

Composta entre 1800 e 1801, “As Criaturas de Prometheus” foi escrita por Beethoven para um balé idealizado pelo coreógrafo italiano Salvatore Viganò. A obra estreou em Viena, em 28 de março de 1801, e apresenta uma narrativa alegórica na qual Prometheus conduz duas figuras recém-criadas ao conhecimento das artes e da música, elementos que as aproximam da condição humana. A composição representa um dos primeiros trabalhos de Beethoven para o palco e é considerada uma das obras mais importantes da sua carreira.

Mendelssohn e “As Hébrides”

Inspirada nas paisagens das ilhas Hébridas, na Escócia, As Hébrides, também conhecida como A Gruta de Fingal, é uma abertura orquestral composta por Felix Mendelssohn. A ideia musical surgiu durante uma viagem do compositor à região, em 1829, e a versão definitiva foi concluída alguns anos depois, em 1832. A obra traduz em música as impressões provocadas pelo cenário natural, com uma construção sonora que evoca o movimento do mar e a atmosfera das paisagens escocesas.

Mozart e a grandiosidade de Júpiter

A Sinfonia nº 41, conhecida como Júpiter, foi composta por Wolfgang Amadeus Mozart em 1788 e é considerada a última sinfonia escrita pelo compositor. O apelido não foi dado por Mozart, mas atribuído posteriormente, em referência à grandiosidade da composição. A obra é reconhecida pela riqueza de sua construção musical e pelo diálogo entre os instrumentos da orquestra, especialmente no movimento final.

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